Arquivo para Agosto, 2008

27
Ago
08

Hey, viado! Lê isso, seu nego!

Que lindo esse título, não? Uma genuína frase preconceituosa!

Antes de vocês começarem a jogar as pedras, deixem-me explicar, por favor. Eu apenas utilizei estes famosos insultos como exemplo para ilustrar como o preconceito corre boca a boca.

Que atire a primeira pedra quem nunca chamou alguém de viado com a intenção de ofender. Antes que surjam as pessoas com pedras na mão, sejamos sinceros… São poucas as pessoas que podem dizer que têm um passado limpo de preconceito. Eu não me incluo neste grupo.

Mesmo querendo dizer que nunca chamei ninguém assim, “imagina!”, não é legal enganar os próprios leitores, e devo dizer que até para aqueles que são contra esse tipo de ofensa, como eu, é difícil não chamar, nunca.

Novamente lá vou eu com essa história da sociedade. Desculpem-me, pode estar ficando chato ou repetitivo, mas é isso mesmo. Muitas pessoas são crentes de que há uma, duas décadas atrás, ou quem sabe uns 50 anos, não existiam homossexuais. Existiam, mas era algo totalmente considerado um tabu; ou seja, era pior ser homossexual do que hoje. Assim como ser negro: mesmo tendo muitas influências dos africanos, e tudo mais, ainda existe o racismo por parte dos brancos, e até de alguns negros. Por que? Porque como os homossexuais, são minoria (talvez, também, pela Lei do Branqueamento sancionada há tantos anos atrás – muitos anos mesmo). Isso, claro, na minha visão.

Perguntei a alguns adolescentes o que eles acham sobre isso. Rafael G., 16 anos, ao ser perguntado sobre o que acha do preconceito no Brasil, diz “Preconceito no Brasil, pode ser encarado como falta de cultura e/ou educação, ou ignorância mesmo, mas prefiro ficar com a falta de cultura e/ou educação”. Alissa Munerato, 15, comenta: “Preconceito é preconceito não importa onde. No Brasil o nível de preconceito é menor do que nos outros lugares, porque existe mistura de raças. Na minha opinião, preconceito é consequencia da globalização”. Erick, 14, acha que “Qualquer forma de preconceito é burra, e na maioria das vezes não têm base lógica. Quem tem preconceito, geralmente se apóia em argumentos furados. Não apenas no Brasil, isso vale pra todo o mundo”. Pondo estas opiniões de um quadro, podemos ver que os adolescentes de hoje têm uma idéia formada sobre o preconceito; consequencia do trabalho que alguns professores fazem na escola, ou até mesmo um pensamento hereditário – e, ao meu ver, correto.

Geralmente o preconceito é causado pela ignorância, não conhecer direito as diferenças do outro. Também, mas menos freqüentemente, é causado pelo seguimento de uma ideologia – como a ideologia nazista, que os skinheads seguem.

Levando em conta isso, como pergunto: por que chamar outra pessoa de viado, gay (homossexual), ou até mesmo “nego” ofende tanto? Alissa diz que “Ofende porque não estamos acostumados. Humano é humano não importa onde”. E concordo com ela: não estamos acostumados mesmo, não é tão frequente. Além do mais, humano é humano em qualquer lugar. Rafael defende que “Talvez por que seja uma forma de destacar e excluir aquela pessoa, uma forma de fazê-la parecer indesejável.”. Também é válido, afinal, como disse Alissa, não estamos acostumados com isso, o que gera uma certa estranheza, levando a pessoa ofendida a se sentir excluída, ou como disse Rafael, “fazê-la parecer indesejável”. Erick, tratando especificamente de cada caso, diz: “No caso do homossexualismo, é uma opção da pessoa, ela tem de ser respeitada por isso. No caso de preconceito da cor da pele… Sem comentários, esse tipo de preconceito é totalmente burro, não vejo nenhum sentido”.

Aí está mais uma prova de que atualmente as pessoas vêm tendo uma idéia cada vez melhor sobre preconceito: vejo mais idéias formadas e concretas. O que diz que, possivelmente, essa mentalidade fechada e preconceituosa do brasileiro – e também dos outros seres humanos do mundo – será mudada. Só nos resta esperar e torcer.

Mesmo assim, este tema ainda é uma discussão em aberto, sem um rumo certo. Portanto, estou abertamente declarando este post aberto para a opinião de todos, quem sabe rendendo mais um post… Tudo depende de vocês!

E você, o que acha sobre preconceito, e como este ataca? Comente, responda!

Obrigada a você, leitor, obrigada à Alissa Munerato, Rafael Galvani e ao Erick. E também à Rafael Assis, meu maano, o qual, mesmo sem poder ter respondido, ajudou-me.

Abraços!

PS: Provavelmente, à partir de hoje, postarei às segundas, quartas ou sextas, e excepcionalmente nos fins de semana.

17
Ago
08

Como nascem as pessoas feias?

Pela sociedade.

Sim, você deve imaginar bem do que vou falar agora. Da imagem que pensamos ser a beleza.

Não acho que seja viagem minha dizer que a gente é feio ou bonito por causa da sociedade. Afinal, os padrões de beleza foram criados há muitos anos por alguéns [q], e impostos, de forma que permacenem até hoje como o padrão.

Tá que, mesmo assim, constantemente alguma coisa muda: antigamente uma mulher ter coxas grossas e peitos pequenos [era assim, né?] era bonito, admirável. Hoje, nem tanto. Mas, anyway, sempre há aquele padrãozinho, quer dizer, aquele tipo que é bonito hoje, ontem, amanhã e sempre.

Claro, o que consideramos beleza está em constante mudança, mas admitamos que nunca fugimos de um certo padrão: magra, ou pelo menos não muito gorda [também para os homens], sem muitos sinais, principalmente no rosto, etc.

Mas eu principalmente quero falar de dois exemplos sobre beleza: o primeiro, não muito importante por não ser… real, a mulher de A Mulher Que Escreveu a Bíblia (Moacyr Scliar), e o segundo, e mais importante por ser real, da menina bonitinha que dublou a feinha na abertura das Olimpiadas. “Afffff, Olimpiadas de novo??” É, de novo. Não gosto muito desse evento, mas já que surgiu a oportunidade de usá-lo como exemplo, usemos :D

Em “A Mulher Que Escreveu a Bíblia”, ela não tem idéia de que é feia até certo pedaço da narrativa. Ela, que viria a se tornar uma centenas de mulheres do Rei Salomão (mas por um motivo totalmente diferente), sempre foi meio discriminada por outras crianças, as quais não queriam muito brincar com ela e a zombavam. Certo dia, sua irmã estava com um espelho – o qual era proibido de circular por lá, por ordens do pai e patriarca da tribo -, e ela, sabendo que era proibido, resolveu ir lá e se virar com a irmã. Lutaram, e tal, e ela arrancou-lhe o espelho: ao se ver, levou um choque histórico. Não imaginava ser tão feia, e pôs a culpa na mãe e tudo mais… Enfim, ela se sentiu muito mal por ser feia, na verdade, horrível, segundo sua descrição. Passou a ficar muito tempo numa montanha que tinha lá perto. Ao chegar no palácio do Rei, quase todas as esposas e concubinas deste riram da pobre feia. Ok, é apenas um livro, mas podemos dizer que seria exatamente assim se fosse real, fosse naquela época a qual é retratada, ou seja nesta época na qual vivemos.

Indo para um caso um pouco mais polêmico e relevante, falemos então sobre as meninas chinesas Yang Peiyi e Lin Miaoke.

Acho que todos sabem sobre este, não? A menina Yang, na abertura dos jogos Olímpicos de Pequim, cantou aquela musiquinha, saca? Na verdade dublou a outra menina, Lin, a qual, convenhamos, não é feia; apenas tem imperfeições nos dentes e… é um pouco feia, sim, ok.

O organizador diz que não foi errado dublar a menina. Será? Não lembro onde, mas ouvi dizer que a menina não se importou de não aparecer… Bem, pelo menos é o que disseram, e menos mal. Aí voltamos ao ponto do outro post: tentativa de perfeição, até nisso? Acho que sim. Mas isso não importa muito.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080813_meninadublada_chinarg.shtml

Admitindo ter usado dois exemplos não muito… convincentes, prossigo com o assunto: a feiúra.

Como eu dizia, há muitíssimo tempo atrás, e como o livro de Moacyr Scliar mostra, muito tempo mesmo, alguém disse que esse tipo de pessoa seria bonito, esse não. Ou mais ou menos isso. E eu não pretendo mudar isso, nem conseguiria. Mas o que me pergunto é: o que há de tão errado ter imperfeições nos dentes, no rosto, falhas, estrabismo, cabelos opacos e tudo mais? Por que não consideraram isso feio? Aliás… Mesmo questionando tudo isso, continuo achando feio o que citei acima. Não exatamente feio, mas… É, feio sim, a quem quero enganar?

O fato é que não consigo e nem conseguirei mudar esta mentalidade, o que não é de grande importância.

Mas além do fato do molde de beleza, chegamos, exaustivamente, a outro ponto: o preconceito. Sim, não vá me dizer que os feios não sofrem disso, né? Na escola vejo isso sempre. Há uma menina que é mãe, e que os garotos consideram não ser bonita. Já ouvi comentários do tipo “Quem será que comeu essa daí? Corajoso, véi! Se fosse eu só ia nela se tampasse o rosto [risos patéticos]“, e por aí vai.

Iii, mas o preconceito é tema para oooutro dia. Espero que não tenha ficado muito ruim este post, porque eu não achei muito bom y_y Enfim…

Digamos que falei, falei, e quase não falei nada. Ou não. O que me dá idéias para mais posts, que não cessarão! Bem, não cessarão se a Internet ajudar.

Beijos, abraços.

PS: Neste link [http://p30link.wordpress.com/2008/08/17/top-posts-portugues-do-brasil/], o meu post sobre as Olimpiadas e a tentativa de perfeição aparece em 65º lugar! Issaê! Nem sei que site é direito, não sei se é muito… confiável, não sei como chegaram até mim. Mas tá lá!!

12
Ago
08

Organização das Olimpiadas = tentativa de perfeição?

Hoje de tarde estava eu assistindo o Jornal Hoje muito tranquilamente, quando anunciam que no proximo bloco teria uma reportagem do Pedro Bial sobre um acrobata que se machucou durante um jogo da Austrália e Croácia, domingo a noite. Abaixo, o link da notícia.

http://oglobo.globo.com/esportes/olimpiadas2008/mat/2008/08/11/acidente_com_acrobata_resulta_em_misterio_nas_olimpiadas_de_pequim-547674943.asp

Apesar do fim da notícia ser Assim, nas Olimpíadas de Pequim, acidentes não acontecem, lembro-me bem de ter ouvido o Pedro Bial dizendo “Parece que nas Olimpíadas de Pequim tem alguem querendo nos dizer que acidentes não acontecem”, ou algo do gênero. Fica subentendido que eles querem dizer que a organização das Olimpíadas não admite, ou não quer admitir, que houve uma falha em na perfeita Beijing 2008.

Meu pai, que estava saindo de casa, comentou: “Se fosse nos Estados Unidos as Olimpíadas, eles diriam ‘acidentes acontecem’, mas como é na China… Esse capitalismo, tsc, tsc”.

A Globo, do jeito que é, pode ter levado a crítica a esse nível mesmo: “a China, aquele país metido a comunista/socialista, hunf”. Mas também é provável que sim, eles não querem admitir que houveram erros, ou pelo menos um único erro.É do ser humano querer ser perfeito, aperfeiçoar tudo – de alguns seres humanos.

Há dois lados a se ver, na minha opinião: o lado de que a Organização poderia, sim, revelar o estado de saúde do acrobata, afinal, a imprensa é curiosa, e ficar escondendo apenas gera mais fofocas. Mas também vejo o lado da Globo, que utilizou da última frase da reportagem como uma crítica séria a Organização, quando o assunto nem é tão sério assim. Disseram que o acrobata estava hospitalizado, não? Para que gerar mais confusão?

Então vejamos a hipótese de meu pai: pela China ser um país socialista/comunista, enquanto a Globo praticamente defende o capitalismo vindo principalmente dos Estados Unidos, isso fica bem possível.

Bem, espero que o acrobata esteja bem e que este caso não cause mais furudunço. Então, paremos por aqui.

Olha, não sei se para vocês eu estou complicando muito, ou dizendo asneiras, mas no fim, até que faz algum sentido. Os regimes políticos, apesar de não serem muito o foco deste caso, ainda é um bom caso a ser discutido. Quem sabe, daqui há algum tempo, neste mesmo bat-blog!

Beijos e abraços.

10
Ago
08

Gosto é gosto, mas…

Concordo que cada pessoa tem um gosto diferente, portanto não devemos criticá-la e tudo mais; as pessoas não são iguais. Mas confesso que mesmo tentando, não dá para entender alguns gostos alheios.

Alheios que digo é de boa parte dos brasileiros xD

Ou eu sou diferente demais, ou então eles têm mal gosto meesmo.

Por exemplo, o que toca nas rádios no momento. Além do ataque que já virou clichê que faço ao NxZero e ao Créu, existem mais coisas ruins…

Não digo que acho ruim, que é péssimo porque algumas pessoas que entendem disso falam isso. E sim porque é ruim mesmo. Não é porque eu adoro rock, e não gosto de funk, axé, swinge [?], e etc, também.

Até um cego vê que a pessoa que escreveu Créu tem um cerebro bem limitado. Afinal, ficar repetindo Créu e mais uma frase inúmeras vezes, alternando apenas a velocidade, o que isso teria de bom??? Perguntemos aos milhões de funkeiros, por que não consigo achar a parte boa desse tipo de música. Sem contar os hits de alguns anos atrás, “Dako é bom”, aquele funk “piririn, piririn, piririn, alguém ligou pra mim”, inúmeras do Calypso… Falando nisso… Para onde foi a Tati Quebra Barraco? Já faz um bom tempo que não a vejo na mídia [Graças a Deus, né?]. São sucessos irritantes e meteóricos, duram pouco. E é o que eu espero que aconteça com os outros sucessos deste tipo, que sejam meteóricos. O pior é que sempre temos novidades-lixo que fazem um sucesso da porra.

Bandas como Cachorro Grande, Matanza, Angra, ótimas, de um nível musical enorme, nunca têm participação na mídia. E outros gigantes, como Titãs, Paralamas, Capital, Barão Vermelho, tanto sucesso há alguns anos atrás, também, pouco conhecidos pela juventude.

Seria o mal do milênio? xD

Tá, chega de exagero. Quem sabe isso tudo que escrevi não seja uma dose de auto confiança, posso estar horrivelmente errada. Sério, não consigo ver “graça”, não consigo gostar dessas coisas. Nem tento muito. Afinal… NxZero, por exemplo, é praticamente tudo igual, e, além do mais, é uma coisa bem… emo D: “Quantas vezes você precisou e eu não pude ver nada além de mim” só falta chorar, daí é fato consumado!

Continuando, o gosto ruim não está apenas na música, mas isso já é assunto para outro dia. Chega de besteiras por hoje, né?

Quem sabe atualizo mais uma vez hoje, com um tema mais importante.

See ya! Ou não.

10
Ago
08

Voltando a rotina

Eu queria ter postado beeem antes, sabe, eu tinha tanta coisa para falar…

Por exemplo: terça feira foi um dos melhores dias da minha vida; conheci o Kiko Loureiro, do Angra, eu e meu irmão… Conversamos com ele, tiramos fotos, e tudo mais. A noite, estava tudo ótimo, dormimos bem… As 6h da manhã da quarta, meu pai pediu se eu queria ir à aula. Eu lhe disse que não.

Então, algumas horas, ou quem sabe minutos depois, acordei de meu sono com meu pai gritando ao telefone, como ele sempre grita rs. Minha avó materna havia morrido.

Nao consegui fazer nada. Apenas olhei meu irmao, que dormia na cama ao lado, e virei para a parede, chorando que só. Eu pensei em tudo: que havia sido um engano, que ela só estaria mal, e tudo mais.

Depois, quando fomos para Medianeira, vários parentes estavam lá, mas eu ainda não acreditava.

Foi a cena mais “interessante” da minha vida: encontrei minha prima, Alana, e abracei-a com toda a força, ambas chorando. Logo, senti minha outra prima, Raine, abraçada também, e todas chorando, agora. Nós três, o “trio dinâmico”. Sempre juntas, a gente. Sempre mesmo. Sempre com a minha avó, também.

Isso doeu tanto na gente quanto nos filhos e em meu avô.

Depois de tanta tristeza, de a ter tocado fria, morta, o momento mais triste foi quando estavam pondo os últimos tijolos da gaveta dela. Eu nunca mais a tocaria, estando ela viva ou morta, nunca mais. Depois daqueles tijolos, nada poderia tira-la lá de dentro, eu nunca mais a tocarei, nunca. É a primeira vez que posso dizer nunca com certeza absoluta. Mas espero encontrá-la lá em cima.

Um dia ótimo, dois dias horríveis, os piores. Agora, o que me sobra, e também a todos que realmente amavam ela, é rezar por ela, é continuar guardando cada segundo de sua existência numa parte especial do coração. É o que resta, não?

Mas ela está melhor do que nós, agora, e isso basta.

Agora, paro por aqui. Logo, logo, farei um post interessante, esquecendo as emoções dos últimos dias.

Abraços. See ya. Ou não.

04
Ago
08

Why is it hard?

Não consigo entender por que diabos é tão difícil escrever algo razoavelmente inteligente!

Não que eu seja inteligente, mas… às vezes eu escrevo coisas interessantes. Às vezes, claro.

Prometo me esforçar, mas sei que poucos lêem e realmente levam a sério.

Mas que se dane, escrever para si mesmo é o que há.

04
Ago
08

Tédio. Com um “T” bem grande pra você.

Como conseguimos adentrar em tamanho tédio?

Estou procurando algo inteligente para postar, mas tá foda. Prometo pensar bem.

Ah, se vocês gostam de críticas, tá aí: http://caraeuadorocriticar.blogspot.com . Eu poderia dizer “é o blog de um amigo meu”, mas, francamente, mentir é feio. É o blog de um conhecido meu de uma comunidade que adoro e freqüento. A primeira e última crítica do João, o dono do blog, é sobre pessoas que se acham o recheio da última bolacha do pacote, quando não chegam nem a um cream cracker. É bastante interessante, e espero que ele atualize mais vezes. q

Tá, juro que o proximo post será mais inteligente e interessante. Mas leiam esse, pode valer a pena. Ou não.

03
Ago
08

Olá

Que maravilhoso domingo, não?  Tão cheio de vida…

Ironismo a parte, o dia de hoje se resume numa grande chatice. Sério, eu considero boa parte dos domingos de minha vida infertéis. Espero que este seja um pouqinho diferente.

Começando por este blog: o título, “What the Fuck?” já é bem intimidador e nada… Bonitinho, ou criativo, o que já foge de minha propria normalidade. O que foge de minha normalidade também é que nao estou super animada, esperando que leiam, esperando que este blog dure muito. Vai que é esse o segredo?

Logo, logo, mais posts, com coisas mais importantes. Não que a apresentação não seja importante.
See ya o/ Ou não (: