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16
Set
09

Perdendo posts.

Ontem escrevi um post bem grandinho sobre uma coisa que eu gosto, e quando fui postá-lo, adivinha? A vizinha havia desligado o modem e fui impossibilitada de publicá-lo. Eu, que já ando sumida, ainda tenho desincentivos… Horrível.

I’ll be back. Esperem.

20
Ago
09

MTV (além da nova corja do mainstream atual) e a Decadência

Um conjunto de coisas me fez chegar ao assunto deste post.

Primeiro, eu fui atraída pelo prêmio “Twitter do Ano” (os indicados para tal são no mínimo estranhos, dignos da expressão do blog: WHAT THE FUCK?) até o site da MTV que mostra os indicados ao VMB 2009 e vi que o lance por lá está mais feio do que eu achava. Segundo, assisti uma pequena reportagem sobre Raul Seixas hoje (lembrando que dia 21 faz 20 anos que perdemos esse gênio) e tive certeza: não se faz mais artistas como antes.

Falando em Raul Seixas, prevejo um especial sobre esse maluco beleza que eu adoro e admiro tanto. Aguardem.

E então, jutando esses dois elementos, chegamos ao assunto: a decadência. Acho que este tema pode até estar meio batido em se tratando de mim, mas dane-se, é verdade.

Vamos começar oficialmente o tema, agora:

A música está caindo. A boa música e no mainstream, para falar a verdade. Tudo o que temos agora são estrelas decadentes no cenário principal.

O que acho muito errado é o descompromisso, e a falta de atitude que não é só musical, mas do povo em geral também. Falta-nos a vergonha na cara para levantar  e tomar atituides ao invés de apenas ficar no “mimimi”. Sem contar que os temas que poderiam ser tratados são inúmeros, agora, os relatados nas músicas são sempre os mesmos.

Será que ninguém vê de onde viemos e para onde iremos? Problemas sempre existiram e sempre existirão, mas eles poderão ser menos piores se alguém se levantar na multidão e dizer “Hey, vocês! Há algo errado!”.

Vejamos quais são as músicas que estão concorrendo na categoria “Hit do Ano”:

-”Cartas Para Você”, do NxZero;

- “Me Adora”, da Pitty (o que aconteceu com o lado reclamão e ativo da Pitty?);

-”Burguesinha”, do Seu Jorge (acho que a melhor de toda a lista, ainda);

-”Sutilmente”, do Skank;

-”Fly”, Wanessa part. Ja Rule

Agora, digam-me: qual é o assunto principal de todas essas músicas: amor romântico.

Grandes compositores a músicos do século passado falavam sobre a ditadura, sobre a sociedade toda errada que vivemos até hoje, entre outros. Deixavam de falar de amor? Claro que não. Não precisamos abolir totalmente um assunto, tratando-se apenas de outro.

Eu escrevo algumas músicas, e ficam ruins, mas estou começando, e procuro falar sobre o que sinto no momento. Raras vezes falo de algum amor romântico, sentimento sentido pronfundamente. Mas não devo e não posso, não consigo esquecer do mundo de hoje em dia.

Muito falamos sobre o Senado sujo, e tantas outras coisas sujas. Mas nada fazemos para que isso mude.

Assim como era na época da ditadura – em que artistas chegavam a ser extraditados por sua expressão – a música era o veículo que levava a mensagem que o povo queria e devia ouvir, usando de metáforas e palavras ambíguas para levar o sentimento de querer ser livre, de melhorar as coisas, deveria acontecer hoje. A diferença é que ninguém está impedindo artistas de falarem. A diferença é que sua música não será censurada. Talvez a enorme facilidade em expressar-se, e livremente, tenha tirado o talento de dizer por palavras tortas o que deveríamos saber de direito.

Alguns artistas ainda prestam, claro. Titãs, por exemplo. Ótima banda… E se procurarmos bem no movimento underground, veremos muitas bandas lutando contra a sociedade que oprime sem oprimir a expressão do lado errado das coisas.

O que eu quis dizer com oprimir sem oprimir? Veja: as pessoas não querem pensar, porque os governantes não querem que elas pensem. A partir do pensamento, do questionamento, há a revolução. Primeiro a revolução interna, de pessoa em pessoa, depois o juntamento das pessoas e a revolução estampada na cara do mundo. E os líderes, os governantes, a elite, não querem que você pense para mudar o que está muito cômodo para eles.

Então, vendem o lixo amoroso que todos estão acostumados e pedem para ouvir, até. E os artistas por vezes se obrigam a escrever sobre isso, para vender: na minha opinião isso continua sendo errado e ruim, são artistas vendidos. É claro que idealistas não vivem só da brisa das palavras e do vendaval do questionamento. Mas vender-se não é o caminho.

São raros aqueles que olham para o lado e vêem mais desilusão do que aquela de “perdi o cara/a mina que eu quero”. São raros aqueles que vêem a porca que de tão gorda não anda mais.

Mas nem tudo está perdido. Aquelas bandas, as de garagem. Olhemos para elas. Olhemos para os pensadores, do passado próximo, do presente, e talvez de um futuro melhor. Pensemos.

E vou acabando por aqui. Eu continuarei falando sobre isso em posts futuros. Não devo e não posso deixar de lado. Alguns me chamarão de louca, mas e daí? Estou seguindo meu instinto idealista e tentando falar com vocês para que aqueles acomodados que não muito fazem, façam mais.

Eu espero, algum dia, mostrar para vocês o fruto do meu trabalho árduo como uma música não de sucesso, mas de realização quanto à expressão.

Até mais, caríssimos. Continuo com isso depois. Reflitam.

18
Ago
09

Um ano de blog, coisas pessoais, etc.

E hoje o post é sobre isso: NADA EM ESPECIAL!

Há dias em que eu simplesmente não sei o que escrever, mas depois eu escrevo algo que presta, ok.

Enfim, galera, vocês sabiam que o blog já tem um ano?! Pois é! Nem eu sabia, na verdade, mas fui ver algumas coisas sobre o domínio do What the Fuck? e tal e lembrei que este blog, ladies and gentlemen, fez um ano dia 3 de agosto! Parabéns! Nem eu achei que conseguiria mantê-lo por um ano, e ativo. Sinto que teremos mais muitos anos de vida.

Tirando isso, minha vida está bem irritante e chata, ultimamente. Problemas na família, no bolso, no terreno, na área amorosa da minha vida, na Universidade, dentre tantos outros. E eu não entendo por quê diabos, com todos esses problemas, eu continuo sendo uma pessoa meio “whatever” para tudo. Whatever.

Depois pretendo falar um pouco sobre os problemas de onde meus pais moram, porque, no fim, é uma coisa de interesse público (acaba chegando em assuntos maiores como o Governo Lula e sua relação com a Reforma Agrária e a instituição chamada INCRA, google it).

Vou dar uma saída, e logo volto com mais posts. De volta e à toda, caríssimos. Sem parar, porque ficar parado pode enferrujar.

03
Ago
09

QuickPress em ação!

Perceberam que eu fiquei um puta tempo fora? [não respondam]

Enfim, eu passei. Por essa semana pretendo voltar, com um post novo sobre atualidades e etc. Aguardem, risos.

Bjks, saudades.

PS: Acho incrível, dia 2 desse mês, 6 visitas! E olha que ‘tá quase um mês sem atualizar… AEAEAE

UPDATE: Hoje, 18/08/09, acabo de perceber que este post foi no dia do aniversário de um ano do blog!

30
Jun
09

Hoje o tempo voa, amor, escorre pelas mãos!

Não sou muito fã do Lulu Santos, mas essa foi a primeira música que me veio a cabeça quando eu pensei “poxa, quase férias… o tempo voa!”. E o cara é bom.

De verdade, eu sinto como se hoje fosse mês passado. O tempo voou, as ampulhetas escorrem uma hora como num segundo, e os ponteiros parecem estar disputando quem chega mais rápido com o Usain Bolt. Eu não sei o que está acontecendo com o mundo.

Mil trabalhos para fazer, entregar, e mal acredito que não fiz todas as provas deste bimestre, ainda!

O que está acontecendo comigo pode ser apenas um efeito retardado da onda do pouco-tempo que já é bem conhecida de tantos. Se durmo bastante, parece-me que perdi o tempo para fazer certas coisas. Se durmo pouco, parece-me que deveria dormir mais ao invés de preocupar-me tanto com outras coisas. E fica ainda mais explícita a estranheza do ser humano.

Será que estamos, todos, dando o tempo certo para as coisas certas? Vamos viver tudo que há para viver, vamos nos permitir. Tempos Modernos só pode continuar ficando mais e mais atual.

Eu quero plantar árvores, vou passar horas ouvindo minhas músicas favoritas e lendo Dostoievsky, admirando as árvores que teria plantado. Tento, mas não consigo adaptar-me a esse mundo onde tudo o que é fútil vale muito, e tudo que é belo é considerado fútil.

Tento abandonar pedaços do meu coração romântico, mas ele é jovem e não sabe se educar. Continua esperando o romantismo a cada esquina, como se um dia fosse chegar. Mas, pelo jeito, um amor só começa se tiver saído da clínica. Será que esqueceram que o cérebro e o coração ficam mais para cima da bunda?

Sobram alguns que ainda acreditam na beleza das coisas. Não sei onde. Escondem-se? Conheço poucos que acham na beleza das palavras o aroma de uma das mais aromáticas flores. Ficamos na sarjeta da sociedade, sonhando e bebendo a boa vida. Ficamos na sarjeta, na marginal, mas devo lembrar-lhes que não esquecemos o sentido da vida. E garanto-lhes, caríssimos, que está longe de ser o dinheiro.

Sim, meu coração é jovem, e eu, tão jovem quanto. Talvez eu mude, talvez apenas amadureça um pouco mas não mude de sentimento. E espero não mudar. É na efervescência da juventude que as coisas fazem sentido e têm mais intensidade. Deve ser bom ter a mente jovem para sempre, ou, pelo menos, até ter uma idade avantajada.

Espero que até lá eu pare o tempo, mude a direção do vento, faça chover. Mude o mundo, leve meus projetos a fundo, ajude alguém a pensar. Me apaixone recíprocamente, seja feliz com alguém, me machuque, volte a me apaixonar. Espero que até lá me acerte com os ponteiros e ajude alguém a se acertar. Amadureça, cresca, mas continue pequena na imensidão do imenso infinito.  E termine mais textos como este com a alma de poetisa florescendo.
Boa semana para todos. E pensem no que estão fazendo com o tempo. Um dia ele acaba.

29
Jun
09

Michael morreu, mas não eu! [?]

Olá, queridos. Embora este título possa ter soado provocador, apenas foi uma forma de chamá-los para a volta deste muquifo. Isso mesmo. Estou oficialmente voltando a postar nessa bodega.

Eu passei um puta longe, não é? Mas não se preocupem. Aqui estou eu. E garanto que nem sentiram minha falta – afinal, isto aqui está às moscas.

O que não é de todo ruim, estar às moscas. Quem sabe elas leiam e façam algum comentário relevante. E essas moscas terão o privilégio de acompanhar as mudanças que estão por vir!

Eu tenho uma porrada de rascunhos guardados aqui no arquivo do blog. Pretendo postar uma parte deles. E, bem, quando se atualiza constamente, se recebe visitas constantemente. E caso ninguém apareça aqui do mesmo jeito, bem, eu sempre estarei aqui para ler a mim mesma. E propagandear também não mata.

Então, galera, fiquem prontos para esta nova fase.

Até, galerë!.

11
Abr
09

Humanos

Eu sou, tu és, nós somos, eles são, vós sois. Por um desejo estúpido da evolução, fomos “criados”. Não para a felicidade da mesma, e nem para a felicidade do mundo.

O pior é que nos achamos superiores aos outros animais. Isso é ainda mais estúpido! Respondam-me: já viste algum animal – exceto os humanos – destruindo o próprio habitat? Estragando o que a natureza levou um puta tempo para criar?

Será que boa parte de nós sabe para onde estamos levando nosso planeta? Acho que não.

Enquanto alguns dizem nas ruas do pensamento que “tá tudo fodido”, em bom português, poucos ouvem e entendem, muitos tacam pedras e voltam a sentar no sofá para assistir a mais nova alienante novela.

Será que um dia todos nós entenderemos? Sinceramente, pessoal, é hora de abrir os olhos e ver a cagada. Um mundo que gira em torno do dinheiro, e não dos que supostamente usariam o dinheiro, não é um mundo correto.

Um mundo onde os interesses de poucas pessoas valem bem mais do que a vida e bem-estar de bilhões, não é um mundo em que se dê para viver.

Você está satisfeito com o mundo? Se estás, parabéns, és um dos seres mais conformados que já ouvi falar.

Recomendo para vocês o documentário “Zeitgeist: Addendum”. É a visão real do mundo, e otimista, considerando que The Venus Project pode dar certo. Assistam todo ele, e depois tirem suas próprias conclusões.

http://www.youtube.com/view_play_list?p=8804B994FE0525AD

Eu não quero me alongar, ao menos não nesse assunto. Porque se eu me alongar, me exaltarei, e aí, haja olhos para ler tudo o que eu despejarei.

É tentador continuar falando o quão horrível o mundo está, mas… Deixemos para outra hora.

Até, caríssimos.

PS: agradecimentos ao Ricardo, coleginio da UTFPR que mandou o link do documentário. Embora ele nem deva entrar aqui, e muito menos se importe com isso, aí está o agradecimento. Mudou minha vida, dik.

29
Mar
09

Domingo…

Há dia mais estúpido na semana do que Domingo??? Se há, alguém me conte. Segunda não vale.

Domingo é dia de reflexão, afinal, o que mais você faria? Assistir TV não rola, sair de casa também não é tão bom… Na minha opinião, tudo se perde no Domingo, principalmente meus pensamentos. E isso não é de todo ruim, porém… A criatividade e a felicidade também podem ser descartadas num dia tão depressivo.

O que não se perde é o meu CD do Pink Floyd que eu achei hoje na gaveta. Porém, meus dois DVDs do Nirvana continuam perdidos em algum lugar entre minha casa e o infinito.

Falando em infinito… hoje é um bom dia para pensar sobre o Universo.  Todo dia é dia de pensar no Universo, porém, como hoje é o dia mais apropriado pra isso… let’s think about it. Ou não.

Estou pensando seriamente em terminar este post controverso por aqui mesmo. Eu só precisava escrever qualquer coisa sem sentido que possivelmente ninguém lerá ou entenderá.

Mas antes de terminar qualquer coisa, deixem-me parabenizar o Barrichello pelo segundo lugar na corrida de hoje, embora eu ainda prefira o Jenson Button.

E, bem… digamos que eu não esteja no estado mais apropriado para continuar este post. Até mais, com um post, er… mais interessante.

Beijocas e não, não sou tão louca quanto vocês acham que sou.

19
Mar
09

Rapidinha

Queridos, apenas um post rápido de notícias.

A série dos sentimentos confusos está oficialmente cancelada (como se fosse necessário dizer), por falta de paciência e por assuntos mais interessantes a se desenvolver. Tenho cara de quem pode dar algum conselho sentimental profundo em massa?

E as categorias estão divididas agora em um modo muito organizado, complexo, e que se alguém tiver alguma dúvida sobre, é só perguntar! Os nomes são os seguintes (por favor, não se assustem com a complexidade…)
- 1
- 2
- 3

Razão dos nomes: sinceramente, falta do que fazer categorias com nome específico e caracterizando os posts qualificados naquela pasta. Afinal, nada do que eu falo aqui é tão específico que será continuado de maneira diferente em outro post. A não ser que eu decida criar categorias menos complexas, tipo “Filosofia”, “Política”, “Notícias”, “Entretenimento”, se bem que eu não entendo o suficiente de nenhuma dessas categorias e…

Ah, e não se esqueçam de ler o post abaixo, u_u Ele é mais sério :D

Bjksmeliga [TÉRMINO DE POST INFORMAL]

19
Mar
09

Senado retoma discussão de cotas em universidades

O título do post já diz tudo. Sim, cotas universitárias estão em pauta mais uma vez. E eu estou aqui, neste blog de livre expressão, para dizer o que eu acho dessa palhaçada discussão.

Caso vocês tenham achado isso, eu não sou contra cotas: dependendo de como elas são.

Na minha humilde opinião, dizer que todos somos iguais e depois dizer que temos que tratar os afro-descendentes e indígenas de maneira diferente é, no mínimo, controverso.

Filas preferenciais para idosos e gestantes existem porque eles têm maior necessidade do que um saudável adulto de 30 anos, por exemplo. Para mim, esperar uma hora na fila, de pé, não é tão difícil quanto para uma pessoa de 80 anos, não concordam? Seguindo esse raciocínio, devíamos pensar que afro-descendentes precisam de um “encurtamento” até à Universidade, uma cota, porque têm menos chance de passar na frente de um branco.

Quer dizer, eu nunca entendi porque os afro-descendentes são tão diferentes. Melanina a mais, melanina a menos, os neurônios, bem tratados, são iguais. E quem pode garantir que um negro sofre mais do que um branco? Há vários negros que estudam em escolas particulares, por que não? Eles têm de ser pobres, todos, também?

Não que eu tenha autoridade suficiente para ir achando essas coisas. Não acho que estou completamente certa, não acho que sei muito sobre o assunto para apresentar uma posição definitiva, imutável e corretíssima. Mas continuo achando que um afro-descendente que tira boa pontuação no vestibular passaria na frente dos outros, e que os negros e os brancos da escola pública recebem a MESMA educação, então por que um seria mais inteligente e o outro menos? Claro que entra o esforço aí, mas um aluno esforçado tem uma mente esforçada, não importa se sua pele é mais escura ou não. Só porque os brancos têm uma pele mais transparente, não quer dizer que o conhecimento entra mais fácil [/piada idiota].

Já as cotas para quem sempre estudou em escola pública, acho digno. Convenhamos que um aluno que sempre estudou numa escola pública aprendeu menos do que alguém que sempre teve acesso as melhores apostilas, melhores materiais em geral; sendo ele albino, branco, pardo, afro-descendente, indígena.

E então, ditas as duas cotas existentes, nos deparamos com o seguinte cenário: cem porcento das vagas, cinquenta porcento para estudantes de escola pública, 25% DOS 50% PORCENTO PARA ESCOLA PÚBLICA para cotas raciais. Qual é o senso disso, mesmo?

Comentário do Especialista

“Quando se reservam vagas, quando se subtrai algumas vagas para competidores, eles não estão mais em igualdade de condição e, consequentemente, a lei e a Constituição estão sendo flagrantemente violadas”, avalia o cientista político Bolívar Lamounier.
Esse cientista político, Bolívar Lamounier, disse algo que eu concordo, e o que eu básicamente apresentei nos argumentos acima. Reservando vagas para alguns, estamos mostrando que eles são diferentes dos outros. Mas eles não são diferentes, porque somos todos iguais. Mas temos de tratá-los de forma diferente, porque de certa forma somos diferentes. Porém, somos todos iguais!

Deixando mais claro: há o preconceito, sim, de achar que o humano por trás da pele mais escura é inferior do que o humano de pele mais clara (como se o branco tivesse três pulmões e dois estômagos, por acaso), mas por parte de algumas pessoas ignorantes, então temos que tratá-los de forma igual, porque, afinal, somos iguais. Porém, reservando vagas exclusivas (no caso, cotas raciais), estaríamos tratando-os de maneira diferente, como se eles precisassem de um “empurrãozinho” para alcançar os outros. Considero isso discriminação racial.

Vou parar de repetir as idéias principais, porque, mesmo elas sendo diferentes, elas são iguais. Hm, ser diferente mas ser igual, isso me lembra alguma coisa… [/piada tosca 2]

Agora, fica a cargo de cada um dizer o que pensa sobre isso nos comentários, SE É QUE ALGUÉM vai ler este post. Discutir sobre algo que nos afetará, de uma maneira ou outra, em algum dia, é bem mais importante do que discutir a razão de tal pessoa ter saído do BBB, coisa que pouco te influenciará na vida.

E isso me dá idéia para outro post!, mas que será diferente do tema deste :D Abraços, caríssimos leitores, e até mais, com mais indagantes questões de alguém que gosta de PENSAR. FILOSOFIA RULES!

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UPDATE:

Link da reportagem exibida na edição de 18/03/2009 no Jornal Nacional

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1048954-10406,00-SENADO+RETOMA+DISCUSSAO+DE+COTAS+EM+UNIVERSIDADES.html